#Devocional

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Ontem foi domingo e em todo o mundo dezenas, centenas, milhares e milhões de pessoas se reuniram em suas igrejas para ouvirem a exposição da Santa Palavra de Deus.

Em uma de suas parábolas, Jesus comparou cada uma dessas pessoas a um tipo de solo e comparou a Palavra pregada à semente lançada pelo semeador (Marcos 4:1-20).

O fato é que a mesma Palavra é pregada a um grupo diversificado e cada pessoa a recebe de uma forma: uns com indiferença, outros com certo entusiasmo inicial, mas que logo se perde. Mas há um grupo, um seleto grupo, no meio da multidão. Esses são aqueles que, segundo Marcos 4:20, “ouvem a palavra e a recebem, frutificando a trinta, a sessenta e a cem, por um”. O que Jesus estava dizendo?

Essa parábola foi pregada diante de uma “numerosa multidão”, mas Jesus estava ciente que nem todos ali frutificariam, nem todos ali receberiam as boas novas da mesma forma; essa era uma realidade a ser considerada pelo semeador – realidade esta que não deveria ser motivo de frustração, pois, o Mestre deixa claro que a razão disso não está na qualidade da semente, mas no solo e nas circunstâncias em redor.

Pode ser frustrante para o semeador lançar, vez após vez, sementes e mais sementes e onde ele esperava brotar, não ver nenhum sinal de vida, ou ainda se animar com alguns vestígios que logo desaparecem.

Contudo, a alegria do semeador não deve consistir na quantidade, mas na qualidade, pois uma única semente plantada em solo fértil (um solo regado pelas águas do Espírito) produz uma colheita tão proveitosa que faz valer todo o trabalho árduo. Aquela única semente é como aquele um filho que compreende e se arrepende. Ele se torna motivo de júbilo e festividade (Lc 15:11-32).

Portanto, por difícil que seja, o semeador, não deve se iludir com o número e nem se frustrar com a pouca quantidade. O próprio Senhor não se deixou deslumbrar pelas numerosas multidões que o ouviam, pois, na matemática do Reino mais importa ‘um’ que frutifica a trinta, sessenta e cem do que milhares que não produzem fruto nenhum.

Naqueles que são filhos de Deus o fruto pode demorar a surgir mas quando vem é aquele fruto eterno, é aquele fruto genuíno que permanece. Aquela pequena semente de 10 anos atrás se torna uma árvore de raízes profundas plantada junto a ribeiros, dando fruto a seu tempo. Sim, crentes maduros levam tempo, mas eles são eternos. É preciso paciência até que eles venham.

As teologias vigentes podem exigir produção de crentes através de métodos artificiais, mas, o Grande Semeador ainda usa o método antigo “um a um”, ele cuida de cada semente, uma a uma e persevera em Sua espera paciente.

Soli Deo Gloria.

No Amor de Cristo,

Prisca Lessa

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